04/08/2011

Alice: Madness Returns

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Hora, hora que não se lembra daquela lindaaaaa historia imaginariaaaa!
A linda menina Loira de cabelos longos "cacheados em alguns livros", com os olhos azuiis cor de céu...! E seu vestido rodado azuladooo com fitas e ect..!!! É...é essa mesmo! Alice no Pais das Maravilhas é blá blá bá!

MAIS JÁ CHEGA DESSA MELANCOLIA E REPETIDA HISTORIA!!!! https://lh5.googleusercontent.com/-Nu8wRry2bZU/Tau7OpX_T5I/AAAAAAAAEKQ/LeDHJzQWQ0Y/s128/evil.gif
https://lh5.googleusercontent.com/-tQx5Le3l0hg/Tau6wbrMmLI/AAAAAAAAEJM/sp8BUzRqRNo/s128/shakefist.gif


Para aqueles que adoram um estilo sombrio e obscuro, foi lançado o novo game o Alice: Madness Returns que na tradução é Alice: Retorna Louca https://lh3.googleusercontent.com/-ZEWe6-JpMSY/Tau7XFWjDaI/AAAAAAAAEL0/bkQhBERUFUk/s128/wow.gif "ou algo assim"

Parando de tanto blá blá blá, irei direto ao assulto! Esse game é uma recriação do mundo de Lewis Carroll, de forma retorcida para um estilo de terror, a versão quase psicopata da Alice
possui um design da progessao de fases em vários sentidos tipo repetitivo xD

Mas essa não é a unica vez Alice tem uma versão retorcida por exemplo tem o “American McGee's Alice” lançado em 2000, que viajava pelo universo lúgubre de m País das Maravilhas maníaco, dentro de sua psique, a fim de superar seu declínio para a insanidade! Isso pelo menos o que eu lembro... https://lh4.googleusercontent.com/-ggzX5OimwXg/Tau7UU_fXXI/AAAAAAAAELU/p2oT68zVM3g/s128/plotting.gif

Uns 10, 11 anos depois (tanto no enredo do jogo quanto na vida real), sai “Madness Returns”. Alice está mais velha, mas ainda debatendo-se com uma demência crescente. Ela deve salvar o seu mundo interior da destruição. Enquanto suas sessões psiquiátricas teimam em fazê-la esquecer, o mundo das Maravilhas hostis torna-se cada vez mais real e desolado.

Trexinhos do Game
"Como é que você sabe que eu sou louca?", disse Alice. "Você deve ser", disse o Gato, "Senão não teria vindo para cá". O tributo ao livro acontece de diversas maneiras, a mais notável é a reconstrução do design reino literário totalmente retorcido e peturbado, porém, com os mesmos personagens, tipos, mitos e simbologias.
Mas voltando ao que interesa o game divide-se em capítulos, e cada um explora figuras do livro, como o Chapeleiro Maluco, o Rato, o Coelho e a Tartaruga, entre outros. É neste conceito que o jogo faz um trabalho exímio: em suas artes conceituais. Porém, é na elaboração das sentenças que o título perde sua grandeza.

Os gráficos passeiam entre o criativo e belo para a falta de lapidação nas texturas, tudo isto dependendo da fase em que o jogador se encontra. A iluminação, por outro lado, mantém sua consistência. Assim como o design artístico é inventivo e muito interessante, o design de fases peca na sua progressão – monstros, desafios e puzzles se repetem em uma dança entediante.

O game é, em sua essência, uma plataforma de aventura em que impera a exploração. Mas, por outro lado, não é possível voltar em vários cenários para descobrir o caminho para os colecionáveis.

Estranho é reparar em tanta atenção aos detalhes em parcelas de “Madness Returns” – como as roupas da protagonista que sempre se alteram, ou o movimento dos cabelos de Alice –, mas tanta falta de criatividade na hora de criar um desenrolar diferencial para cada capítulo do game.https://lh4.googleusercontent.com/-kpnvC_IPzcw/Tau7XbPjVLI/AAAAAAAAEMA/VqDXVPF53ho/s128/wtf.gif A cada fase, Alice passeia para além do País das Maravilhas, nas ruas realistas de Londres na era vitoriana, em que os aldeões mantinham rotinas escusas pelas ruas – o título retrata uma visão nada romântica do período.

Na parcela de Londres, porém, Alice é somente uma menina que vagueia em busca do passado, sem nenhuma força. Ela até encontra figuras que poderiam lhe ajudar a retomar suas memórias, mas não parece capaz de obter nenhuma resposta. A Alice da imaginação, por outro lado, se apropria da Vorbal Blade, entre outras armas cativantes - como um atirador de pimentas ou um cavalinho de pau - para desvendar o mistério que assola o País das Maravilhas.

O combate usa de artilharia diferencial, mas mantém-se muito fiel à fórmula de esmagamento de botões, esquiva e mira automática. Acredite, nem sempre se safar dos monstros bizarros de “Madness Returns” é tão simples quanto parece. Assim como nos games antigos é preciso conhecer e cadenciar os ataques do seu oponente.

“Alice: Madness Returns” é um título acima da média, mesmo que não seja a perfeição na caixinha. Apresenta mais momentos bons do que ruins, e molda um universo inspirador. É recomendado para os que gostam de toques de tráfico e sinistro, e para os que não temem uma camisa de força. https://lh4.googleusercontent.com/-1L8iJzSulvk/Tau7X5kl_ZI/AAAAAAAAEME/OEOXhW6aSUE/s128/x_x.gif
“Alice Madness Returns” é a versão sombria do clássico “Alice no País das Maravilhas”, de Lewis Caroll. O jogo é a continuação onze anos depois dos acontecimentos de “American Mc Gee’s Alice”. A jogabilidade funciona em métodos de plataforma e combate e Alice tem como arma uma destruidora lâmina Vorpal – além de receber adição de novos equipamentos, como um bule de chá, um cavalo de pau e um moedor de pimenta. https://lh6.googleusercontent.com/--GixBJSFnD4/Tau7TfSNUTI/AAAAAAAAELI/Ksv0WnmPta8/s128/poke.gif


2 comentários:

  1. Eu ja joguei Alice: Madnes returns e adorei, apesar de algumas partes do jogo me dar um pouco de medo :P mas vale muito apena. Gostei muito do jogo e mais ainda dos diferentes estilos de roupa de Alice.

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  2. Verdade! As roupas são bem legais, mas o jogo da meio medo XD

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Hi guys!!!!
Hey aqui é Wendy, blogueira desde 2010! Viciada em animes, amante de livros e adora ver séries! Criei esse cantinho na intenção de ajudar na criação e personalização de blogs e sites.
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